E sai um pensamento fresquinho...

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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Palavras aleatórias

EU.....pequeninos.....juntos.....Beijos......Ju......arte......COMEÇO

...Colorido...abraço....carinho...FALTA...mãos...sonhos

cabelo..mimo...TU...perto..sentimentos...INSPIRAÇÃO

...confusão...IDEAIS....surgir...escolher...grande..amizade

coração...mente...ALMA...sexo...longe..passear...partilhar

...amor..CONHECER...abrir.......DAR....paixão....comunhão

corpo..poesia....IMPORTÂNCIA..acolher...segurança..TUA..João

..APRENDER....meu......abrigo....APOIAR....compreensão

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Um mar, uma vida...

Sugas-me a inspiração, fazendo com que todos os meus pensamentos voem até ti.
Fazes com que a minha mente clame por novas recordações que enchem o meu peito de saudade.
Sentimento tão português, tão nosso, tão meu fado! Oh saudade como te amo, como me fazes sentir viva e que vivi com intensidade… Quem seria eu longe de ti minha saudade?

Os dias passam como caravelas… Solto as velas e deixo-me levar pelo vento, esse ser com múltipla personalidade, que me embala nas ondas da acalmia ou me sacode na fria tempestade.
Sigo absorvendo o conhecimento dos novos mundos com que me vou cruzando, remendando o meu casco em portos seguros e nunca temendo um novo temporal.

A minha vida é como as marés, ora cheia, ora vaza, mas sempre mutável e inconstante, indomável mas apaixonante!

Entram na minha vida mil e uma criatura, que me marcam, que me ensinam, mesmo que a aprendizagem seja dura.

Mas tu sugas-me a imaginação, fazes com que a minha caravela fique presa no teu mar e lanças ambiguidade na minha vontade de navegar. E os meus dias seguem o pêndulo do relógio da minha razão, que vai oscilando entre mim e o meu coração… Eu sou como as velas que anseiam que o vento as leve pelo mar, o meu coração é como um barco que anseia encontrar um lar.

Tu sugas-me a imaginação porque a minha alma vai presa a ti, e as minhas velas ficam frouxas quando me encontro a recordar o que contigo vivi. O barco do meu mundo quer que sejas o meu cais… mas e se o porto não é seguro? Eu não quero naufragar, não, nunca mais.

Desejando que navegues comigo, luto para reaver a inspiração que sugaste de mim! O mar pode ser inconstante… mas podiamos ser felizes assim…



Um "quê" de revista cor-de-rosa

Afinal não era boato...

O Fernando Rocha vai tirar um curso de teatro!

E como é que eu sei?

Porque ele é da minha turma... xD



quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Another time... the same history...

Este post é uma continuação deste aqui.


And there comes a time when...

Essa menina que depois de tanto se esforçar para encontrar um curso compatível com ela, depois de meses de trabalho para juntar dinheiro para ir para o ensino privado que lhe permitia formar-se na sua cidade preferida, depois de se ter empolgado com o plano currícular que lhe pareceu mesmo muito interessante. E é então que mais uma vez a sua vida é bafejada por acontecimentos capazes de alterar o rumo que já tinha traçado para os próximos anos - o curso no qual se matriculou não aingira o número mínimo de alunos necessários para abrir...


Ficou com duas soluções:

- Anular a matrícula e ser reembolsada na totalidade do dinheiro pago na acto da inscrição e da matrícula.

- Escolher outro dos cursos leccionados naquela faculdade.



E eis o motivo pela minha ausência aqui do estaminé... Tinha uma decisão demasiado importante para tomar.


Optei por não anular a matrícula, não tenho idade para ficar um ano parada à espera de algo que não sei se vai acontecer... E decidi que esta bomba que me foi largada talvez não tenha sido uma coisa tão má como me pareceu no início, mas apenas o impulso que me faltava para me lançar em direcção ao meu verdadeiro sonho. E então optei por mudar a minha matrícula para outro curso...





Vou para Teatro!

Quero agradecer a quem me apoiou, a quem não duvidou de mim, a quem aturou as minhas crises de dúvidas, a quem não me deixou duvidar de mim, a quem me distraiu para que não estivesse sempre a pensar no assunto... Obrigada AMIGOS! ^^)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

October

Chego a esta época do ano...
O outono...
O meu aniversário...
O cair das folhas...
Os novos começos...
E as reflexões sobre o ano que passou!

Para este ano tenho uma simples frase...

Cansei-me de ser apenas uma paragem quando preciso ser o destino!

domingo, 5 de outubro de 2008

Dia de cão... e gato! ^^

Porque ontem foi o dia mundial do animal hoje deixo aqui uma "homenagem" aos meus bixinhos... :)



Este é o meu Jack, um cachorrinho rafeiro que veio cá parar bem pequenininho. Foi oferecido por uma amiga da minha mãe e é o cão mais fofo e irrequieto que alguma vez conheci! :)


Tem 4 aninhos e espero que ainda junte muitos na companhia da minha família ^^


Este é o Sombra, o membro mais novo da família com apenas 14 mesinhos! É o nosso bebezinho e o gatinho mais mimado que alguma vez conheci ^^ (dizem que sai à dona... lol)
O Sombra veio pra nossa casa no dia 30 de Novembro de 2007, encontramo-lo na estrada quando vinhamos da estação após o jantar de comemoração do aniversário da minha maninha. Ele estava no lado da estrada oposto ao nosso, mas quando o chamamos ele veio imediatamente a correr na nossa direcção mostrando logo à partida que era muito meigo. Como não tinha coleira e andavamos à uns meses a pensar adoptar um gato decidimos trazê-lo para casa. A início demos a desculpa de que tinha sido um presente de aniversário para que a minha mãe nos deixasse ficar com ele, mas depressa toda a família se apaixonou por ele e acabamos por contar a verdade...


Tanto um como outro os meus bixinhos são a minha perdição, a luz dos meus olhos, e a minha vida já não seria a mesma sem os miminhos deles :)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Amigos, memórias e felicidades...

Existem pequenos momentos de felicidade tão preciosos que se eu pudesse guardava-os religiosamente num paraíso isolado em que os ventos do esquecimento não lhes provocassem qualquer erosão e ficassem intocáveis, fieis à realidade em que foram vividos e principalmente sentidos!

Hoje recordei tantos momentos de infância, tantas das minhas traquinices, tantas das minhas maluqueiras que provocaram certamente muitos cabelos brancos à minha mãe e à minha avó. Foi como assistir a um rolar de frames, a uma exibição fotográfica, mas sem fotos, somente com as imagens da minha mente...

A bicicleta sem travões do meu primo e os arranhões que resultavam de andar com ele na dita cuja.
O nosso carrinho de rolamentos que tantas dores de cabeça deu ao meu pai.
As tardes de inverno na cozinha da avó e quentinhos à lareira a assistir ao McGyver.
E tantas, mas tantas outras pequenas coisas que me deixaram tontinha a sorrir.

Tenho saudades do meu primo, do meu companheiro de infância, do menino meigo e traquina que cresceu comigo, do seu enorme nariz à preto que eu adorava.

Se existem pessoas que pela sua simples existência conseguem mergulhar o meu rosto num mar de sorrisos o meu primo é uma delas por todas as boas recordações que me proporcionou!

Adoro quando sorrio à simples lembrança de um amigo, é tão bom quando nos apercebemos que deixaram tão boas marcas em nós...

E não é o verão a estação mais "quente", para mim é mesmo o outono, aquela que com as suas cores me aquece e enternece o coração...


Obrigada João por me fazeres recordar estas coisas... Não foi a brincar que disse que era por estas (e por outras) coisas que gosto muito de falar contigo! ^^

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Dúvida existencial #2

Será coincidência andar a receber muitas cartas correntes e não as reenviar e subitamente ser "assaltada" por uma vaga de azares?



Hum... Eu nunca fui de acreditar nisso, tanto que como disse em cima não reencaminho, mas isto de tanto azar já me deixa à nora... Tou por tudo! lol


Resta-me fazer figas para que seja uma má fase que passe depressa!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Once upon a time....

Once upon a time there was a little girl...

… que teve uma infância muito feliz, com carinho, brincadeiras e muitas traquinices à mistura… Mas essa menina cresceu!

Cresceu e abriu os olhos para o mundo…
Quis tirar um curso superior e amando teatro teve de desistir do seu sonho porque a mãe não aprovava. Tentou então dentro dos seus interesses escolher uma profissão que a mãe aprovasse, para que um dia mais tarde alcançasse a sua independência e conseguisse seguir o seu sonho!
Escolheu ser enfermeira e dedicou-se a aprender, a conhecer novos amigos e a crescer, até que um dia o seu mundo ruiu…
Encontrou-se perdida num mundo onde os amigos estavam sempre distantes, onde ninguém tinha tempo para um abraço, onde lhe pediam ajuda que ela não podia dar. Encontrou-se perante uma profissão que não a realizava, perdeu o rapaz que mais amou e deparou-se com um caos de emoções e sentimentos que entravam em derrocada cada vez que insistia naquele caminho!

E então essa menina-mulher decidiu começar de novo, abandonar o curso, abandonar sentimentos que já não lhe faziam bem e reiniciar um novo ciclo na sua vida!
Ganhou coragem e enfrentou os pais, contou-lhes da sua decisão pedindo desculpa pelos 4 anos que (por menores que tenham sido os gastos) andaram a investir na carreira dela…

Durante aqueles 4 aos tinha-se tornado uma “gestora” formidável, com os 400euros que recebia de bolsa conseguia pagar a renda (visto estar deslocada em tempo de aulas), transportes, propinas, internet, electricidade, água e ainda a alimentação, tudo para que não tivesse de pedir dinheiro aos pais que tanto esforço faziam para manter os seus irmãos.
Por sempre ter dado valor aos pais foi sempre tentando dar o menor prejuízo possível no baixo orçamento familiar, conseguindo com o magro dinheiro que lhe sobrava poupar o suficiente para conseguir comparar a sua própria roupa e calçado (que acabava partilhando com a irmã que entretanto também deixara de pedir dinheiro aos pais).

Os pais receberam a notícia da desistência um bocado em choque mas acabaram por “aceitar”.

Visto que o seu desejo sempre esteve intimamente ligado com as artes vasculhou, procurou até que encontro o curso ideal para si, que se enquadrava nos seus gostos e com alguma saída profissional – Animação e Produção Cultural.
Deparou-se então com um problema: na sua cidade paixão, o Porto, só existia uma faculdade que leccionava o curso que pretendia frequentar e essa faculdade era privada!
Mas não se acanhou, procurou emprego e garantiu aos pais que seria ela a pagar a frequência do curso com todos os gastos que isso poderia acarretar. Trabalhou 4 meses a tempo inteiro e reuniu o dinheiro suficiente para pagar a inscrição e a matrícula. Passou no exame nacional, teve média suficiente e matriculou-se. Decidiu que o seu futuro valia o esforço do presente e tomou a decisão de continuar a trabalhar ao fim-de-semana não se importando com tudo o que a sua juventude pudesse vir a perder com essa decisão. O seu futuro estava em primeiro lugar!
O trabalho corria bem, começava a fazer novos amigos e parecia que finalmente a vida começara a sorrir-lhe. Mas cada vez que estava em casa tudo se desmoronava novamente com as cruéis palavras que a sua mãe fazia questão de lhe lançar, mais cortantes que quaisquer punhais. Era como se quanto mais feliz ela estivesse mais motivos a mãe tinha para a fazer sentir mal.

A sua relação com a mãe nunca fora das melhores. A mãe teve uma vida difícil, de privação e sofrimento e acreditara que ao casar a sua vida fosse melhorar, mas depressa demais veio a primeira filha e as privações continuavam.
Por um lado ela percebia a mãe, tinha uma profissão que não a realizava mas não podia desistir ou mudar porque provocaria demasiada instabilidade financeira numa família apenas com dois salários mínimos e três “crianças” na escola.
Mas a mãe nunca percebera (ou acreditara) que a filha desse valor ao sacrifício que fazia e sempre tratará as filhas com alguma distância e frieza.

Era uma mãe capaz das palavras mais frias, de fazer a filha sentir-se um peso para ela mesmo com todo o seu esforço para ser o mais financeiramente independente possível dos pais.

Frases como: “Eu não vou sustentar-te toda a vida” e “Eu não preciso de ti para nada”, eram pedaços do seu dia-a-dia que lhe pesavam na alma como nódoas negras eternas. Hoje foi mais um desses dias, onde teve que ouvir estas palavras e sentir um nó na garganta com as palavras que não conseguia dizer, que não conseguiam ser ditas…

“Oh mãe, se soubesses o quanto te amo, o quanto me pesa não ser a filha que querias que fosse, que as minhas decisões te magoem e te façam pensar que não prezo e não entendo o esforço que fazes! Mãezinha, eu amo-te tanto, porque me magoas com essas palavras assim…”

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Cruzes...

E isto de estar por casa sem nada de interessante para fazer deu nisto...





Parece que virei menina prendada xD

terça-feira, 20 de novembro de 2007

E chegou a minha altura preferida do ano... Os cachecóis, os gorros, a lareira, as folhas douradas que cobrem o chão, o cházinho com broas de mel no sofá a ver tv enrolada na mantinha e a pensar em ti...

E é tão bom correr à chuva e saltar nas poças :D

Lembras-te?